Manoela participará do painel de Egressos na Estácio, no dia 27, às 10 horas e vai falar sobre a própria experiência acadêmica e profissional. Ela escolheu ser jornalista em torno dos 11 anos de idade, pretendia ser correspondente de guerra e escrever vários livros. Quando chegou a hora do vestibular ela mudou de idéia, não quis arriscar o jornalismo porque a relação de candidato por vaga na UFSCera de 20 para 1. Decidiu se inscrever para Letras e passou. ”Eu ainda queria ser jornalista, mas sem abandonar o que eu tinha iniciado.” E então, resolveu encarar dois cursos ao mesmo tempo. Estudava Letras de manhã e às vezes à tarde naUFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e à noite, jornalismo na Estácio
A ex-aluna considera o diploma fundamental e pensa que para ser jornalista é preciso ter afinidade com a língua. “Sinceramente, acho que a profissão está banalizada, com muitas pessoas sem conhecimento falando besteiras por aí. Isso me envergonha. Sou formada em Letras Português e não acho que poderia ter assumido os cargos que tive como jornalista até hoje se não tivesse passado pela faculdade de Comunicação Social. É necessário conhecimento específico e o Jornalismo tem especificidades que não dá para aprender dentro de uma redação”, enfatiza.
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sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Manoela Hoffman é presença confirmada
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Davi Paes e Lima estará na Estácio
O ex-acadêmico da Estácio e atual jornalista, editor-chefe da revista House Mag, Davi Paes e Lima, irá participar na quarta-feira (28), às 19 horas, da mesa redonda na 1ª Semana Catarinense de Jornalismo da Estácio.
Na mesa serão debatidos temas como: a realidade do mercado atual, de que forma o jornalista está atuando, a não-obrigatoriedade do diploma, a realidade do jornalismo catarinense, entre outros.Davi Paes e Lima pretende falar sobre sua rotina de trabalho, seus clientes, a linguagem específica usada para assessorar alguns clientes específicos, irá falar sobre a revista House Mag e como é ser editor. Além disso, pretende comentar sobre a dificuldade de encontrar pessoas capacitadas em Florianópolis para trabalhar nesta área.
Davi mora em Florianópolis desde os três anos de idade. Veio para a cidade porque seus pais mudaram-se para cá por motivos profissionais.
Na mesa serão debatidos temas como: a realidade do mercado atual, de que forma o jornalista está atuando, a não-obrigatoriedade do diploma, a realidade do jornalismo catarinense, entre outros.Davi Paes e Lima pretende falar sobre sua rotina de trabalho, seus clientes, a linguagem específica usada para assessorar alguns clientes específicos, irá falar sobre a revista House Mag e como é ser editor. Além disso, pretende comentar sobre a dificuldade de encontrar pessoas capacitadas em Florianópolis para trabalhar nesta área.
Davi mora em Florianópolis desde os três anos de idade. Veio para a cidade porque seus pais mudaram-se para cá por motivos profissionais.
Jornalista com experiência no campo da assessoria de imprensa em Santa Catarina, manteve uma coluna virtual com seu nome no site "Bem na Foto", por sete anos. Segundo ele, foi onde seu nome começou a ser reconhecido. Em meados de 2000 quando a técnica do jornalismo on-line começou a se popularizar no sul do Brasil, o jornalista começou a difundir sua coluna, sendo um dos pioneiros na época.
Segundo Davi, ao manter a coluna, conquistou muitos leitores e a credibilidade entre profissionais da mídia e entretenimento. Além desta, colaborou em diversos jornais, revistas, sites e programas de TV. Chegou a apresentar um quadro semanal durante dois meses em um programa na TV São José. Neste quadro, fazia a agenda cultural, onde falava de eventos, festas e levava entrevistados para falar sobre o acontecia na cidade.
Além destas colaborações fez algumas participações especiais como correspondente. Fazendo matérias para um programa extinto na Rede TV Sul, gravando-as na noite da cidade.
Atuou também como interino do colunista Leo Coelho, no extinto jornal "O Estado" em Florianópolis.
Por gostar muito de música eletrônica, já atuou como promoter em casas noturnas como EL DIVINO LOUNGE, PACHA, KM7, CONFRARIA DAS ARTES, entre outras. Conheceu pessoas famosas das mídias do estado como: o colunista e também DJ Cacau Menezes, DJ Henrique Fernandes e DJ Conrado. Além de diversos contatos que mantém por causa de seu escritório.
Hoje, com 27 anos, além de manter um escritório de asessoria de imprensa (com foco extra na área de eventos e entretenimento) onde já prestou serviço para marcas como TOP 50 Brasil, Taikô, entre outras.
Trabalha também como freelancer e é editor-chefe da revista House Mag, voltada para pessoas que gostam de música eletrônica.
Foto retirada do Facebook de Davi Paes e Lima.
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Alissa Azambuja contribui na Semana
Alissa Azambuja fez parte da primeira turma de jornalismo da Estácio e será uma das participantes do primeiro painel de egressos da 1ª Semana Catarinense de Jornalismo, marcando presença no dia 27, às 10h.Antes de iniciar na vida acadêmica ela pensava em fazer algo na área da saúde, entrou no jornalismo por acaso. Assim que começaram as aulas ela desistiu da antiga idéia, pois tinha se apaixonado pelo curso. Trabalhou na agência de comunicação da Faculdade durante nove meses, foi repórter editora e fotógrafa do jornal Expresso de Sá e também alimentava o Apuração - extinto site de notícias da agência. Segundo Alissa, o acadêmico deve buscar se envolver com as atividades do curso desde as primeiras fases, pois já começa a manter contatos e conhecer mais sobre a profissão.
Assim que terminou a graduação, a jornalista ficou desempregada durante oito meses e nesse tempo entregou currículo em diversos lugares e também manteve os contatos que já possuia. Através de uma colega, com quem tinha trabalhado na rádio UDESC, veio a indicação para uma vaga na RBS, empresa em que está até hoje. “Se eu pudesse dar uma dica aos acadêmicos seria: Mantenham os contatos. Quanto ao mercado, tem espaço pra quem quer, tem é que correr atrás. Muitas coisas aconteceram na minha vida profissional por causa dessas pessoas que eu conheci na faculdade. É muito importante ter portas abertas.”
As mídias sociais e o diploma
A Internet é uma ferramenta fundamental para Alissa, inclusive o tema do TCC foi a produção de um site para quem deseja fazer intercâmbio. “Acho muito importante o uso das novas mídias. Eu não tenho blog, nem twitter por falta de tempo, mas acompanho alguns. Para o jornalismo também acho legal, às vezes é nesses meio que busco pautas".
Alissa acredita que a não obrigatoriedade do diploma tenha atrapalhado o mercado e os formandos. “É mais fácil para algumas empresas contratarem pessoas que não são formadas porque não precisam pagar o piso salarial, acho o diploma muito importante. A prática não é tudo. Na faculdade aprendemos as técnicas e discutimos questões de ética. Quem não é diplomado até consegue exercer a profissão, mas acho que deveriam fazer o curso”, enfatiza.
O exercício da profissão
Atualmente, Alissa é produtora do Programa Estúdio 36 e repórter da TVCOM. Também está cursando a primeira fase de direito, e diz ter voltado a estudar por sentir falta de conhecimento e da vida acadêmica. O que mais marcou a vida profissional dela foram as chuvas e catástrofes que atingiram Santa Catarina em novembro de 2008. "O desastre em si, a cobertura que fiz como repórter e intensidade do trabalho" conta.
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